Perguntas frequentes.

Como saber se preciso de terapia?

Não há uma razão única para procurar terapia. As motivações podem ser muitas e variadas. Se sente tristeza persistente, ansiedade, conflitos interpessoais, dificuldades de sono e em lidar com mudanças, falta de motivação, a terapia pode ser uma ferramenta útil para si. Não é preciso  estar “mal” para começar.

Posso fazer terapia mesmo sem ter um “problema”?

Sim! Muitas pessoas procuram terapia para autoconhecimento, desenvolvimento pessoal, lidar com decisões importantes ou melhorar relacionamentos. A terapia não é apenas importante para momentos difíceis, é também um espaço de crescimento, de transformação e de bem-estar.

Quanto tempo dura o processo terapêutico?

Cada processo é único. Algumas pessoas fazem terapia por algumas semanas ou meses; outras seguem por anos. A frequência e duração são decididas entre si e o terapeuta, de acordo com os objetivos estabelecidos para o processo terapêutico.

Como é feita a escolha das técnicas/intervenções durante a terapia?

Durante as primeiras sessões (e ao longo de todo o processo), o terapeuta escuta, avalia e, em conjunto com o paciente, identifica as suas necessidades. A partir daí, e de acordo com as preferências do paciente, escolhe as ferramentas mais adequadas para trabalhar cada questão. O objetivo é garantir um acompanhamento eficaz e adequado a cada pessoa.

O que é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)?

É uma abordagem terapêutica focada na identificação e modificação de sistemas de crenças e padrões de pensamento e comportamento disfuncionais. Muito eficaz em casos de ansiedade, depressão, fobias, entre outros.

O que são abordagens integrativas?

A psicologia integrativa combina diferentes abordagens terapêuticas (como a terapia cognitivo-comportamental, humanista, sistémica, psicodinâmica, entre outras) para adaptar o processo terapêutico às necessidades únicas de cada pessoa. Não há uma “receita única” – o plano terapêutico é flexível e personalizado.

A abordagem integrativa é para todos?

Sim! A grande vantagem da psicologia integrativa é justamente a sua flexibilidade. Pode ser adaptada a diferentes idades, perfis, culturas e tipos de dificuldades. É uma forma de acolher a pessoa como um todo – mente, corpo, emoções e contexto.

As sessões são confidenciais?

Sim. Tudo o que é partilhado nas sessões é protegido pelo sigilo profissional, seguindo as orientações do código deontológico estabelecido pela Ordem dos Psicólogos Portugueses. A sua privacidade é sempre respeitada.

Como posso marcar uma primeira consulta?

Através do formulário de agendamento disponível no nosso site (botão “Agendar” no topo) e página de Instagram. Basta indicar a sua disponibilidade horária e contactos. 

O que significa ser psicóloga em Ano Profissional Júnior (APJ)?

À semelhança de um psicólogo efetivo na Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), os psicólogos em APJ possuem o mesmo grau académico - mestrado em Psicologia - e estão habilitados a exercer. A diferença é que atuam sob supervisão de um psicólogo com experiência, assegurando assim que cada processo terapêutico decorre com qualidade, ética e segurança.